O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

Sicronicidades – Abelhas

Você já viveu coincidências muito estranhas? Estar pensando em uma pessoa e ela te ligar, ou sonhar com um objeto e a primeira coisa que você vê quando sai na rua é esse objeto, ou estar dizendo para uma amiga que ela está vivendo uma fase de “desabrochar como uma borboleta” e uma borboleta real aparecer voando nessa hora? Carl Jung chamou essas “coincidências” de SINCRONICIDADES.

Segundo o livro “A sincronicidade e o Tao”, de Jean Shinoda Bolen, é dado o nome de sincronicidade a dois tipos de evento:
· Quando ocorre uma coincidência entre um conteúdo mental (que pode ser um pensamento ou sentimento) e um evento externo
· Quando uma pessoa tem um sonho ou visão que coincide com um acontecimento que está ocorrendo a certa distancia (e isso é comprovado mais tarde) ou que de fato ocorre no futuro.

Nós duas adoramos esses eventos! Eles mostram que vivemos em um mundo muito mais misterioso do que supomos! Atualmente, estamos “colecionando” sincronicidades, talvez para um futuro trabalho.
Nesse artigo, vamos relatar algumas que estão acontecendo conosco, relacionadas a abelhas, e gostaríamos de saber de outras, que pode estar acontecendo ou ter acontecido com você que nos lê.

Dia 8 de setembro, nós duas fomos ao lançamento de um livro chamado O antigo mistério feminino da sexualidade sagrada – O caminho xamânico das abelhas. Nesse lançamento houve uma mesa xamanica com a participação de pessoas ligadas ao tema, entre as quais duas das nossas entrevistadas, e também foi divulgado nosso livro O feminino e o sagrado – mulheres na jornada do herói.
Segundo ouvimos ali, “o xamanismo da abelha talvez seja o mais antigo e enigmático ramo do xamanismo. Ele existe no mundo todo – onde quer que existam colmeias”.


No dia 13 de setembro, eu, BIA , tive que me desfazer de uma colméia que apareceu no meu jardim, por causa da séria alergia de meu filho a picadas de abelhas.
Detestei fazer isso, mas não tive alternativa.

Dia 25 de setembro, sábado, eu estava em um lindo espaço na área rural de Nazaré Paulista, chamado Rosa de Nazaré.
Fui lá para um encontro cujo objetivo era celebrar a primavera com danças, musicas e cantos, coordenado por Maria Rosa, psicóloga e professora de danças tradicionais e sagradas.
Aprendemos passos da tradição grega, hindu, israelense… A manhã já estava para lá do meio quando a Maria Rosa nos ensinou a dança das abelhas.
Ela disse que as abelhas estão desaparecendo misteriosamente, no mundo todo, numa espécie de extinção em massa (anteontem, li no jornal que parece que agora detectaram um fungo mortal que está provocando isso).
A dança das abelhas não é tão simples; a abelha não é um bicho simples. Em roda, nós tínhamos de ir fazendo espirais, para fora e para dentro do circulo, cada vez num sentido, seguindo sua animada musica.
Eu achei particularmente bom participar daquilo, porque estava me sentindo culpada por ter eliminado a colméia, e aquela dança foi uma espécie de pedido de desculpas ás abelhas.

Dia 25 de setembro, sábado, eu, CRIS, a Cássia e a Monica Jurado estávamos dando o quinto workshop “Jornada rumo ao Feminino Sagrado” e a deusa que trabalhávamos era Héstia.
Tínhamos pedido que cada participante escrevesse em papéis aquilo que queriam “queimar” em sua vida porque já não fazia ou devia fazer sentido hoje.
Por volta das 12 hs, fomos para a área externa da casa da Mônica e ficamos em torno de uma vela acesa, que estava no centro de um prato de pedra sabão. Ficamos em círculo em torno desse prato (éramos sete mulheres) e a Monica tocava uma maracá como a atiçar o fogo.
Cada uma então, pegava seu papel e dizia em voz alta o que queria queimar.

No meio desse ritual uma abelha veio voando e entrou na chama da vela! Deu para ouvir o chiado dela queimando. Eu lembro que pensei: ‘Ela está se imolando pela gente”. Voltando à abelha, depois de se queimar na chama, ela caiu no prato e, de repente, saiu voando de novo. Deu umas voltas em torno da gente e foi embora. Olhamos umas para as outras sem acreditar!
Depois, já dentro da casa mas ainda em círculo, entrou de novo a abelha (a mesma? outra?), deu umas voltas pela gente e se foi de vez…

Quando contei para a Bia, na terça feira, dia 5 de outubro, essa história, ela me contou a história acima, que aconteceu com ela praticamente na mesma hora que isso acontecia conosco!!!

E as sincronicidades com as abelhas continuaram depois, mas nesse artigo vamos parar por aqui no momento – aguardem os próximos capítulos!
E você, já viveu essas estranhas coincidências? Já se viu no meio de eventos sincrônicos?
Então conte para nós, aumente nossa coleção de sincronicidade, escreva para nossos emails: biapicchia@yahoo.com.br ; crisbalieiro5@yahoo.com.br
 

Texto de Beatriz Del Picchia e Cristina Balieiro

3 comentários

  1. Ana Iaci disse:

    Olá meninas!
    Sou uma sacerdotisa Melissa e gostei muito de ler este livro O antigo mistério Femenino da Sexualidade sagrada.Gostei muito do blog de vcs! Sincronicidades me emcantam!!
    Se quiserem deem uma olhadinha na nossa página
    http://www.teiadethea.org/?q=node/197

  2. Oi Ana, já conhecemos o site teiadethea e achamos muito, muito legal. Vou procurar o livro que vc indicou.
    Qto a sincronicidades, elas nos acompanham sempre. E qdo escrevemos nosso livro O FEMININO E O SAGRADO vivemos muitas delas especialmente em relacao a sonhos, foi td muito espentoso, ou melhor, o mundo que é espantoso.
    Abraco
    Cris e Bia

  3. MakeUp disse:

    Ola. Obrigado por compartilhar! Eu aprecio o esforço colocado neste site e vai visitar aqui mais vezes.

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