O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

Pensamentos e Imagens

Nascí em uma família espírita kardecista. Meu pai era médium de efeitos físicos e mantinha um centro espírita. Minha mãe tinha uma visão mais diversificada, era rosa-cruz e já tinha ido a centros de umbanda. Ela não queria mais filhos. Tinha duas meninas, com diferença de um ano entre uma e outra, e a mais nova já estava com 11 anos. Então, um dia, numa reunião lá em casa uma vidente disse que ela iria engravidar. E ela engravidou mesmo e eu nasci.Minha mãe contava que com 2, 3 anos de idade, quando as pessoas tinham alguma dor – por exemplo, uma dor de cabeça – eu falava assim: – “Ela está com dor na cabeça…” – e punha a mão na pessoa e ela melhorava. E, desde pequena eu tinha lembranças estranhas: me lembrava da minha mãe grávida, me lembrava do meu parto, do meu nascimento… Então, minha mãe sempre disse que sabia que eu ia ser alguma coisa diferente.


Trecho da entrevista de Solange Buonocore falando de sua jornada, do livro “O FEMININO E O SAGRADO – MULHERES NA JORNADA DO HERÓI”.

1 comentário

  1. Oiie bom dia bem interessante seu post
    tenha um belo dia Beijoss!
    http://maria-pensutti.blogspot.com.br/

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