O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

Jung fala

Assim como as circunstâncias forçaram a mulher a adquirir alguns traços masculinos, para não permanecer atrelada a uma feminilidade arcaica e puramente instintiva, estranha e perdida no mundo dos homens, como uma espécie de “boneca” imaterial, assim também o homem se vê forçado a desenvolver um lado feminino, isto é, colocar-se num ponto de vista da psique e do Eros, se ele não quiser correr em vão, como um rapaz deslumbrado, atrás da mulher, com o risco de ser colocado no bolso por ela. 

CIVILIZAÇÃO EM TRANSIÇÃO – 10/3 – págs. 136/137

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