O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

Jung fala

(…) propus que a personalidade global que existe realmente, mas que não pode ser captada em sua totalidade, fosse denominada Self (SI-MESMO). Por definição o Ego está subordinado ao Self e está para ele, assim como qualquer parte está para o todo. E o Ego possui o livre-arbítrio – como se afirma – mas dentro dos limites do campo da consciência. (…) Do mesmo modo que as circunstâncias exteriores acontecem e nos limitam, assim também o Self se comporta, em confronto com o Ego, como uma realidade objetiva na qual a liberdade de nossa vontade é incapaz de mudar o que quer que seja. É inclusive notório que o Ego não é somente incapaz de qualquer coisa contra o Self, como também é assimilado e modificado, eventualmente, em grande proporção, pelas parcelas inconscientes da personalidade que se acham em via de desenvolvimento. 

AION – ESTUDOS SOBRE O SIMBOLISMO DO SI-MESMO – pág.4

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