O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

Andrée Samuel fala sobre a universalidade das crenças em trecho de nosso livro

“É interessante: na verdade, eu sou judia de nascimento, e é a religião que eu tenho formalmente, mas o que o budismo diz faz muito sentido para mim. Muita coisa dentro do espiritismo, dos escritos do Allan Kardec, faz sentido para mim também. E, dentro do judaísmo, se lido claramente, tem muita coisa que também faz muito sentido. Dentro do catolicismo, se ficar não naquilo que os homens fazem, mas na mensagem, também faz muito sentido. Então, eu não sei dizer o que eu me sinto: eu não me sinto judia, não me sinto católica, não me sinto budista; eu me sinto aquilo de bom que eu peguei de tudo e que me forma, me compõe.” – Andrée Samuel

Pg 104 de O feminino e o sagrado – mulheres na jornada do herói, Ed. Agora

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