O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

Trinta dias de solidão e plenitude

Eu tive de ir sozinha para o Matutu! Estar completamente só, sem filhos, sem marido, amigos, pacientes, gatos, internet, telefone. Só eu, Deus, a paineira, a natureza! 

Foram quase 30 dias, eu na pousada, quase sem outros hóspedes, sem ninguém como companhia a não ser o Simba, o pastor alemão de lá que me  “adotou”! 

Foram dias muitos ricos, nos quais percebi, talvez pela primeira vez, que estava plena, naquele momento eu não precisava de NADA! Tudo estava perfeito! Isso me mudou muito, mas na época eu não percebi a dimensão daquilo! – CASSIA

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