O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

Sandra Sofiati fala sobre a paz do silencio

“No início da minha vida, eu me sentia bastante separada, isolada. Mas eu acho que é da minha natureza. Tem uma parte minha que gosta de estar só.

Isso hoje não é pesado. E me dá condição de mergulhar muito profundamente na natureza, na minha natureza e na natureza humana. Na música também.

E hoje é uma escolha, porque eu posso pertencer, eu tenho trânsito em vários grupos. Eu tenho trânsito, as pessoas gostam de mim, eu gosto das pessoas, então estar só de vez em quando não é pesado. É o que é.

Às vezes passo por umas fases de recolhimento, é onde eu estou mais em paz, é onde não tem peso. Tudo mais pesa. Tudo mais tem algum tipo de esforço. Para poder chegar a algum lugar sagrado, às vezes tenho que me recolher e silenciar.”


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