O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

As deusas escuras, por Sylvia B. Perera


Como Kali, Ereshkigal, através do tempo e do sofrimento, “impiedosamente tritura…todas as diferenças…em seus fogos indiscriminadores”, dos quais entretanto, jorra vida nova. Ela simboliza o abismo, que é a fonte e o fim – a base de todo o ser.
CAMINHOS PARA A INICIAÇÃO FEMININA – pág. 40

3 comentários

  1. Weronika Barreto disse:

    Boa noite queridas!
    Já procurei esse livro. Mas só encontro em Sebos.
    Consigo pelo site ?
    Amo o trabalho de vocês. Reencontrei a mim mesma quando atravessava um deserto bem árido da minha vida. E as leituras do site muitas vezes me direcionaram.
    Blessed Be

  2. crisbalieiro disse:

    Oi Weronika, que bom que a leitura do site tem te ajudado! Quanto ao livro da Sylvia Perera, acho que ele está esgotado mesmo e aí só em sebos.
    Abraço
    Cris

    1. Weronika disse:

      Obrigada querida!
      Vou providenciar.
      Tenho certeza que sera uma excelente leitura
      abraços
      Weronika

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