O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

Uma jornada de dança circular

Quando voltei ao Brasil, reuni um grupo de amigos e disse: “Eu gostaria muito de poder compartilhar com vocês o que tem me encantado ultimamente!”

Comecei a ensinar as doze danças que tinha aprendido em Findhorn para esse grupo. Era tudo o que eu queria!
Mas, apesar de o grupo ter gostado bastante, percebi que eu mesma tinha um caminho autodidata a percorrer, pois precisaria descobrir por mim mesma a melhor didática para os diversos tipos de aprendizagem de que o ser humano é capaz.

Fui desenvolvendo minha capacidade de atenção, de suavidade para ensinar, de paciência, de abertura e de  compaixão. Não tenho formação em psicologia nem em pedagogia; minha formação é em artes e eu nunca tinha trabalhado com grupo

Então tudo foi um abrir caminhos, uma aventura.

Depoimento de Renata C. Lima Ramos

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