O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

O que tem que haver em comum nos Círculos de Mulheres

A personalidade, a jornada, o aprendizado, as experiências pessoais vividas por serem mulheres, o processo de autoconhecimento e as descobertas nos primeiros círculos se amalgamam e se expressam na forma como cada entrevistada realiza seu trabalho nos círculos de mulheres (e nem todos são denominados assim por elas).
Portanto, nesse sentido eles são singulares e diferentes entre si – e, ao mesmo tempo, existem várias semelhanças entre eles, pois todos objetivam conscientizar e empoderar as mulheres.

(…) Para além dessas convergências, existe uma ampla variedade nas formas como nossas entrevistadas trabalham nos círculos, uma miríade de opções que torna esse trabalho cheio de possibilidades. E a aceitação e valorização da diversidade fazem parte do que se entende como um olhar feminino para o mundo, que vê na singularidade e não no padrão aquilo que torna a vida rica, ampla e interessante.

(…) há muitas formas de trabalhar em círculos. Mas seja estruturado, espontâneo, longo, pontual, com tema, sem tema, presencial, virtual, usando recursos ou não , o importante é que o círculo seja um espaço-tempo em que cada participante se sinta acolhida e respeitada em sua individualidade, que possa exercer sua voz com confiança e se sinta estimulada a ampliar sua consciência como mulher, tornando-se cada vez mais protagonista da própria vida.

Trechos do livro CÍRCULOS DE MULHERES – AS NOVAS IRMANDADES.

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